
domingo, 21 de junho de 2009
Lideranças Salesianas: Protagonismo Juvenil

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Relatório do Oratório Festivo Dom Bosco (08-02-2009)
No dia 08 de fevereiro de 2009 tiveram inicio as atividades do Oratório Festivo Dom Bosco com a abertura do portão para a comunidade. Nesse dia os animadores já estavam presentes uns vinte minutos antes do inicio das atividades e a nova coordenação ainda não tinha a chave do portão da Travessa Alferes Costa.
Quando os animadores chegaram para preparar as atividades antes do inicio do Oratório o Senhor Nino (Irmão Coadjutor Salesiano) estava tentando abrir o portão com um molho de chave, entretanto nenhuma delas abria o cadeado do portão, e como nenhuma das opções apresentadas resolvia o problema da abertura do portão, ele, usando de sua criatividade salesiana, pegou uma chave inglesa e por fim abriu o portão.
No momento da abertura do portão a chuva apareceu para inaugurar a reabertura do Oratório, nesse momento chegou um oratoriano. Nesse dia não houve o tradicional momento de acolhida, pois nenhum animador preparou uma reflexão para esse dia.
Foi aberta a piscina para a comunidade, e o animador Saide ficou responsável. Houve também atividades na quadra de basquete, onde à maioria dos animadores ficou concentrado: a turma do voleibol, acompanhada de dois animadores, e o futsal para os adolescentes, que aconteceu sem a presença de animadores.
A recém-chegada animadora Samara iniciou uma atividade inédita no Oratório: a oficina de Origami (a arte de dobrar papel); nesse dia ela fez algumas figuras de papel para atrair os jovens a essa nova atividade que está sendo oferecida pelo Oratório. No final do dia, Samara conseguiu cadastrar um oratoriano para essa atividade.
Ainda nesse dia a sala de jogos não foi aberta, pois faltavam animadores para acompanhar os oratorianos nas atividades e a rádio permanece, por enquanto, sem programação definida, pois também carece de um responsável por essa modalidade. Mesmo assim a tarde foi embalado por um pouco de forró, axé, carimbó e algumas músicas católicas.



sábado, 27 de dezembro de 2008
Como você imagina Dom Bosco?
A seguir estão expostos alguns dos desenhos realizados por jovens no I Encontro de Repasse do III ENAJS, em Ananindeua, durante a oficina Dom Bosco com o seguinte tema: "Como você imagina Dom Bosco?". Clique sobre as imagens para ampliá-las:Encerramento do Oratório Festivo Dom Bosco (EST)
No último domingo (21/12) o Oratório Festivo Dom Bosco da Escola Salesiana do Trabalho encerrou suas atividade do ano de 2008, e o dia contou com brincadeiras, torneios, premiações e distribuição de lanches para a criançada e a juventude que compareceu. E se você quiser conferir o albúm de fotos desse evento: clique aqui e acesse o albúm
virtual do Picasaweb com as fotos desse e outros eventos e atividades da AJS.
domingo, 30 de novembro de 2008
JOPOS 2008, união da juventude salesiana
Ao final o grupo teatral Luz Divina apresentou uma pequena encenação sobre um sujeito que queria sempre ser mais do que podia ser. E assim terminamos mais um domingo e vamos chegando ao fim de mais um ano, de realizações, descobertas, surpresas e muitas alegrias. E o oratório estará sempre aí para receber a juventude, quem faz o oratório é a juventude. Como diz o trecho de uma música que algum salesiano deixou para nós: “O Oratório é 100% Você!”.
Viva a juventude salesiana!
E se você quiser conferir o albúm de fotos desse evento: clique aqui e acesse o albúm virtual do Picasaweb com as fotos desse e outros eventos e atividades da AJS.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
“O oratório é o paradigma de todo ambiente salesiano”.
O oratório não foi inventado por Dom Bosco; ele já existia há centenas de anos. Se em Turim, o pai do Oratório foi o p. Giovanni, Dom Bosco colocou-se em suas pegadas e desenvolveu um novo Oratório de grande originalidade e sucesso.
1. Diversamente de seus modelos, o Oratório de Dom Bosco não se apresenta como uma obra paroquial, mas como uma proposta de formação oferecida a pessoas que a paróquia não pode atender. Não se trata tanto de substituí-la, mas de perceber que ela, com a sua estrutura herdada de uma cultura de aldeia, é incapaz de dar uma resposta apta à cultura da cidade, a jovens desenraizados do seu habitat natural. A resposta da comunidade cristã a essas novas situações é, muitas vezes, dogmática, sena de pura condenação: a cidade é o lugar do mal, enquanto impede o trabalho pastoral; a emigração é julgada como uma fuga da busca de novidades perigosas, com a conseqüência perda dos sistemas anteriores de referencia e, portanto da prática religiosas e da fé; a indústria corre risco de ser um espetáculo de vício, uma escola de perdição. Para Dom Bosco, diversamente, a cidade não é o lugar do mal, mas a nova realidade emergente. Pensa em enfrentar os problemas, em encontrar soluções que não se limitam à condenação. E será a realidade urbana a indicar-lhes os caminhos a tomar: recolher os jovens abandonados oferecer-lhes um lugar de encontro (que se torna também lugar de diversão, coisa essencial para os meninos), dar-lhes uma cultura de base que não os deixe desarmados diante das novas realidades e, enfim, oferecer a possibilidade de trabalho. A base de tudo será a formação religiosa, condição preliminar para a aquisição dos valores morais. A instituição oratoriana Valdocco torna-se assim o lugar de passagem e inculturação dos jovens que chegam do campo à cidade, que se transferem da sociedade rural à sociedade transformada pela industrialização: o seu primeiro encontro-desencontro com a modernidade.
2. O Oratório de Valdocco acolhe, de inicio garotos ligados a atividades de construção e obras públicas, dos 8 aos 20 anos, alguns saídos da prisão. O fluxo dos jovens é variado: sucedem-se em ritmo contínuo de chegadas e partidas: há os que vem só à noite; outros, mais pequenos, só aos domingos e dias de festa. Quase todos provem a periferia da cidade e da província e são, na maioria, órfãos ou meninos de rua. Dom Bosco reúne-os, no domingo à noite, e faz-lhes as recomendações de um bom pai de família.3. A organização do Oratório tem suas regras precisas, mas também inúmeras margens de adaptação a tipologias diversas dos jovens. Isso serve, por exemplo, para a oração, freqüente de nunca descuidada, mas diante dos esquemas clássicos da vida paroquial. Para os jovens chamados ao trabalho sem descanso, a festa é ocasião de pausa, de um momento de oração, mas também de alegria, clima familiar são elementos fundamentais da firmação religiosa. A finalidade do Oratório é certamente a salvação da alma, mas mudam os instrumentos e os métodos: o medo e o temor são substituídos pela alegria, pelo carinho, pela ternura, pela paternidade. O jogo, compartilhado por Dom Bosco e seus clérigos, adquirem força pedagógica: muda o estilo do padre do “sacramento”, “separado”, que se transforma no padre inserido, que participa e compartilha tudo que seja dos jovens, que o devem considerar não uma personalidade distante, mas um companheiro de brincadeiras e de vida.
4. Levado aos poucos pelas exigências da situação, o Oratório transforma-se. Num primeiro período, os jovens vêm do mundo do trabalho, precisam apenas de uma formação cultural de base, escola de religião, um trabalho. Em seguida, acrescenta-se as escolas elementares diurnas para que não pode freqüentar as públicas, escola ginasiais, internato, oficinas de artesanato (primeiros passos para as escolas profissionais); alguns clérigos disponíveis tornara-se “sociedade salesiana”. O Oratório, porém, continua sempre o ponto de referência do trabalho de Dom Bosco, que explicava o seu sistema com as três palavras: razão, religião, carinho, palavras “atuadas” para acolher e prover os jovens em suas necessidades mais variadas, inclusive a sua responsabilização. Todos devem colaborar, cada um é objeto e sujeito de todas as iniciativas; a gestão de tudo é, muitas vezes, confiada a pequenos grupos mais responsabilizados, que formam o elemento arrebatador da massa juvenil.O desenvolvimento prodigioso da obra salesiana só pode ser compreendido a partir da experiência das origens. O primeiro Oratório de Turim-Valdocco será sempre o modelo ideal do que se inspirar. terça-feira, 4 de novembro de 2008
Vem aí: JOPOS 2008!
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Reunião de equipe - Oratório Festivo Dom Bosco (EST)
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Encontro de Repasse do III ENAJS - Belém e Ananindeua

Representantes dos colégios Carmo Belém, Escola Salesiana do Trabalho, Centro Social Auxilium, Instituto Dom Bosco, Carmo Ananindeua e da Paróquia Nossa Senhora das Graças estiveram reunidos em momento de oração, lazer e explanação do tema “Temos mil razões para viver!” lema do III Encontro Nacional da AJS. 
Os jovens que participaram do ENAJS, juntamente com o acessor e coordenadores de pastoral da região orientaram os jovens presentes acerca do tema, brincaram, bagunçaram e fortaleceram o espírito de união entre esses jovens de diferentes casas e realidade que, a partir de agora, estão unidos pela causa da AJS, da juventude salesiana.


Viva a juventude! \^^/
E se você quiser conferir o albúm de fotos desse encontro, clique aqui e acesse o albúm virtual do Picasaweb com as fotos desse e outros eventos e atividades da AJS.
Confraternização do Oratório {EST}

Durante o mês de outubro, devido às eleições municipais, Círio de Nazaré e alguns acasos, o Oratório Festivo Dom Bosco, realizado todos os domingos na Escola Salesiana do Trabalho das 14h às 17h, não abriu as portas para receber a juventude das redondezas.Foi uma folguinha para os animadores e articuladores depois de mais de um semestre trabalhando.
Além da folga, a galera que faz o Oratório da EST, da qual também faço parte, teve seu momento de confraternização, no dia 19 de outubro. Um dia só pra gente!
Churrasco, piscina, vôlei, basquete... foi um momento de lazer muito positivo até pra quem quis praticar o ócio e relaxar um pouco.Também comemoramos os aniversários do mês de outubro, com direito a bolo, creme de chocolate e muito refrigerante!
A partir do segundo domingo de novembro o Oratório reabre suas portas. É hora de arregaçar as mangas e voltar ao trabalho.
E vem novidades por aí!

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Como repassar o III ENAJS?
E depois do III ENAJS é que começa o verdadeiro trabalho: o repasse.Agora vocês devem se perguntar: “repassar o quê?”;
Ora, repassar o entusiasmo e a alegria vividos no encontro nacional, ou seja, transmitir aos jovens a motivação que recebemos lá.
E, claro, isso não é uma das tarefas mais fáceis, é um desafio. E nós adoramos desafios.
No dia 19 de setembro, pouco mais de uma semana desde o ENAJS, o grupo que viajou já estava reunido novamente para começar a discutir sobre as formas de repasse para as lideranças juvenis das obras da área do Pará.
E logo após, no dia 30 do mesmo mês, o grupo completo, que representou o Pará no ENAJS, reuniu-se novamente com o objetivo de partir para a ação. Definir datas, acerta o local, hora e outros detalhes técnicos. O encontro de repasse para as obras de Belém (Escola Salesiana do Trabalho, Colégio do Carmo, Instituto Dom Bosco e Centro Social Auxilium) e Ananindeua (Carmo Ananindeua e Paróquia Nossa Senhora das Graças) ficou marcado para o dia 25 de outubro lá no Carmo de Ananindeua.
E o encontro com as obras de Castanhal e Salinas ficou certo para os dias 15 e 16 de novembro (posteriormente transferido para os dias 14 e 15 do mesmo mês) na obra das irmãs lá em Salinas.
Novamente, agora no dia 6 de outubro, reunião no Carmo Belém para acertar a programação do encontro de Belém e Ananindeua. E por fim, dia 22, ainda de outubro, reunião, ainda no Carmo Belém, para acertar os últimos detalhes. No dia 24 parte do grupo segue para Ananindeua para organizar o espaço onde seria realizado o evento.
Ufa! Tanta reunião, né? Mas valeu a pena.







